Lilo e etc sempre teve o estilo dos sonhos e etc com esse biquini lindo e etc teste de post e etc vou ver onde consigo ir e etc e sempre tem esse estilo perfeito incrível divo e eu quero ele todinho e se vir com a lilo mior
Radioactive Rabbits | por Beatriz Coelho
O estilo de Lindsay Lohan (teste de post)
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Doze Meses. Um ano. Um ex-nós.
Vinte e cinco de dezembro de dois mil e dez. Um ano atrás. Um passado que parece tão distante mas que foi apenas há… um tempo atrás. Os dias sucessores a ele se arrastaram como se estivessem presos à passado, e talvez até estivessem. Você consegue se lembrar de um ano atrás? E de todos os planos que tínhamos, das expectativas, dos desejos? Eu pedi você. Apenas você. Um único desejo, um único pedido, um sonho que como podemos ver… Não foi tão real quanto poderia e deveria ser. Doze meses se passaram, e estamos mais distantes do que nunca: tanto de nós mesmos, tantos um do outro, tanto de tudo. Porém, só te faço uma pergunta: Você se lembra de tudo o que aconteceu nesses dozes meses? Pois eu lembro de cada briga, cada discussão, cada despedida, cada reconciliação, cada lágrima, cada sorriso, cada dia em que eu tive vontade de largar tudo aqui e ir até você apenas para dizer que tudo ficaria bem e que você era incrível. E esse é o meu problema: eu lembro de tudo. E essas lembranças me corroem, devoram o que restou da minha alma. Nossas lembranças pisoteiam o que restou de mim, aquela parte que nunca poderá ser nada além de nada. E por lembrar, meu amor, por lembrar tão nitidamente de cada momento eu te peço novamente como um presente. Por lembrar e por ainda te querer, por ainda te amar, por ainda te desejar e por ainda conseguir perdoar o que fizemos com nós mesmos. Mas você está bem… feliz. E eu não poderia estragar isso, jamais. Então, não peço nada, não digo nada, apenas penso e relembro… Todos os dias.
Acho que você sabe o quanto eu odeio despedidas, final de ano, pessoas comemorando o fim de algo que já fora tão grandioso para elas. Eu odeio essa sensação de embarcar no desconhecido criando expectativas para coisas tão inexistentes(como nós que somos tão subitamente existente apenas na minha cabeça). Só que eu odiando ou não, preciso dizer adeus ao velho e olá para o novo. Promete não ir embora? Quer dizer, você já foi… Não tem nem sentindo dizer essas coisas, ou escrever essas coisas: Você não irá ler, você nunca lê, você nem lembra que eu existo. Mas tanto faz agora, eu acho.
A verdade é que eu sinto sua falta. Não desse você de agora, que é maduro, responsável e independente. Sinto falta daquele garotinho que dizia precisar de mim, consegue se lembrar dele? Aquele que tinha suas inseguranças, que tinha medo do mundo, que sempre procura um abraço no vácuo. Aquele que chorou comigo ao telefone quando tudo terminou, aquele que decidiu o que era melhor para ambos… Aquele garotinho que se dizia se tããão meu. Não que eu o queira mal novamente, apenas te quero e por isso… e por isso… E por isso sinto sua falta, ou do que você era, ou do que você representava, apenas sinto sua falta. E muito. Todos os dias, todas as semanas, todos os meses. Eu sinto sua falta, e parece que essa saudade já se tornou um órgão vital em mim. Essa saudade é uma força vital que me enfraquece e fortalece, ao mesmo tempo.
Preciso conversar com você, preciso saber como está a sua vida. Preciso saber se faço falta, se você ainda acorda com vontade de ouvir a minha voz(pois tem semanas que a única coisa que me vem a cabeça é aquela sua voz mansa com aquele sotaque cativante), se você ainda tem medo de aranhas. Preciso saber se o pequeno Fred está bem, se você ainda já tomou coragem da dar um banho nele. Eu preciso saber de você. Esse silêncio está me matando. E eu sei que você agora é um homem ocupado, que agora tem uma vida, um emprego mas… custa tanto dar noticias, dizer se está vivo, se está bem? Ainda mais pra mim, que costumava ser tão… especial pra você.
Você sumiu, e agora eu não tenho nem como lhe dar os parabéns. Pelo quê? Por esse um ano em que você permaneceu em mim,por esse um ano em que você esteve ao meu lado(mesmo sem saber), por esse um ano em que tudo o que eu consegui pensar foi em… você. Por você ter sido o motivo das minhas risadas, o motivo das minhas lágrimas. Por você ter o meu ódio, a minha raiva, o meu amor, a minha saudade. Por ter me tornado essa pessoa clichê. E que agora, chora assistindo à filmes românticos, e que deseja morrer quando o final feliz não existe. Parabéns. Por mais um ano, por mais um amor, por mais uma vida, por ser o meu tudo. E acima de tudo, parabéns por me transformar em apenas mais uma.
Eu estou sorrindo, mas isso não significa que eu esteja feliz, essas palavras machucam, você não sabe o quanto. Óbvio, você não está aqui para sentir o que eu sinto. Os dias passaram e eu continuei sorrindo, mesmo com a dor me engolindo, a saudade me esmagando e o passado me corroendo. Eu sorrio para o mundo, mas só porque sorrio não quer dizer que eu deseja estar nele. Parabéns, D proibido. Parabéns por ser tudo o que eu mais amo e odeio. E por me proporcionar nesse ano a infelicidade de uma vida inteira, e mais ainda, por me mostrar a felicidade que não se encontra de nenhuma outra maneira a não ser sofrendo. E principalmente, desculpe-me, por não estar perto quando você mais precisou, por não estar ao seu lado quando tudo o que você necessitava era de um abraço e um pouco de silêncio. Desculpe-me por vezes ter sido o motivo das suas lágrimas, da sua raiva súbita e até do seu sorriso mais lindo. Desculpe-me por alimentar aquilo que eu jamais poderia cuidar, por ser dona de um amor que eu jamais mereci. Desculpe-me por ser tão dura com você: é que eu ainda não consegui aceitar que tudo acabou. Desculpe-me, acima de tudo, por ainda, depois de tudo, continuar a te amar.
Deixe-me ir
Eu não devia ter falado aquilo. Eu não deveria ter te ligado. Eu não deveria ter te tirado do meu passado. Mas o fiz. Meu coração implorou, e você sabe, ainda não aprendi a dizer não a todos os seus desejos. Não me olha assim, por favor. Eu só estou tentando me desculpar pelas acusações que afirmei serem sua, quando na verdade era de um nós que há tempos não existe. Eu também sentia a sua falta, mas prefiro não te ter no meu presente. Não tente se aproximar, já nos perdemos há muitos meses atrás. Acabou, você que quis assim. Eu tentei com forças que desconhecia, e tudo isso para você desistir no final. Não venha me dizer que mudou, eu não acredito mais em você, eu não acredito em mais nada. Chega. Eu preciso ir. Por favor, me solta, eu só vim me desculpar pelo telefonema daquele dia. Já falamos mais do que devíamos. É hora de voltar para a realidade e seguirmos com nossas vidas. Exatamente, eu não sou mais aquela menina que você conheceu, se apaixonou e abandonou, eu amadureci, diferente de você. Foi um erro querer encontrar-me com você para pedir desculpas, era melhor ter telefonado. Não me pede para ficar agora, quando deveria ter feito isso você não fez. Não me liga, não me procura, eu estou morta pra você. Não repita isso nunca mais, eu te amei mais do que qualquer outra pessoa, e justamente por te amar que eu mudei. Olha, só quero o seu bem. Eu fiquei bem, você também ficará. Não se preocupe, ela é apenas outra garota das tantas que você teve. Ela não é o amor da sua vida, essa pessoa era eu e você perdeu. Está tudo bem. Da forma que te conheço, em duas semanas você já arranja outra paixonite e volta a ser feliz. Eu estou feliz, obrigada por perguntar, mas preciso ir… Já passou da hora de te esquecer pra sempre.
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Linha Reta
Aquele vazio finalmente voltou, - diferente, mas voltou - agora já não me dói mais a cabeça, os olhos não choram e as pernas não tremem por esse vazio preenchido de saudade. Quase sempre digo que você se foi e eu fiquei estagnada nessa estrada que chamávamos de amor, dessa vez eu direi diferente: Eu fui, você foi. Seguimos para uma linha reta que nunca mais se encontraria, e pensando bem é até melhor desse jeito. Eu não te encontro na esquina pra dizer que senti a sua falta no meu aniversário, você não me encontra no mercado pra dizer que ouvia a nossa música e lembrou de mim, nós não nos esbarramos pela vida como dissemos que poderia acontecer mais pra frente. Pensando bem, é até melhor não te ver nunca mais, se possível. Mas olha, se eu tiver uma recaída porque o meu novo inquilino-no-coração não consegue recitar aqueles versos como você e decidir te ligar, por favor, não atenda. Ignore-me. Esnobe-me. Ou atenda e finja que não lembra de mim. Mas não diz que sentiu a minha falta também, que os dias não são mais os mesmo e que ela não consegue esquentar os seus pés nos dias de chuva. Não diga nada, apenas tente partir o que nunca foi inteiro - você sabe - deixe-me dolorida e com peso na consciência por te procurar quando o combinado era nunca mais te encontrar, nem na esquina, nem no mercado ou em outra vida.
E a minha esperança é de que os dias irão passar e a sua presença não será nada mais do que uma pedra que incomoda vez ou outra o meu coração. E bem, os dias já passaram e você se tornou o que sempre fora predestinado a ser: passado. Lembra que eu te dizia que o passado sempre ficaria preso em nós, pois apesar de tudo ele é uma parte do que somos? Bem, você só ficou preso em mim porque eu quis. Meu coração quis te deixar partir, para sempre, mas você sabe, eu sempre tive um carinho enorme por você, e apesar de tudo, jamais te deixaria ir embora para sempre, talvez uns dias fora, mas nunca uma eternidade sem fim.
Mas a verdade escondida atrás disso tudo é que por te amar demais eu te deixei livre - para ir -, por te amar demais eu não te prendo, e por te amar tanto não te chamo de meu, por te querer tão bem te deixo livre do meu amor que enfraquece. E por te querer sempre bem desisti do meu mundo - de você - para vê-lo sorrir. Por isso, se você me ama como dizia amar, não volte. Permaneça livre na liberdade triste do meu amor. Quero dizer: faça os meus dias de tristeza terem valido algo, faça cada segundo de arrependimento ter valido a pena, faça cada dia em que eu me afundei na minha dor ter valido a pena. E não volte. Eu estou bem. Você está bem. O nosso nós ficou enterrado no passado, como devia ser. E agora, eu e você - assim que devemos nos chamar agora - estamos bem, como há muito tempo não estávamos. Segue a sua estrada em linha reta que eu sigo a minha, e que elas jamais se encontrem naquele final, pois você sabe, é melhor assim.
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